terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Ser.


Muitas vezes sou o que não se vê,
E sinto o que não demonstro.
Amo sem amar e Odeio sem odiar.
Não amo, amando. Não odeio, odiando.
Mas sou o que você me permitir ser.


Ygor Aguiar

Um comentário:

CARLOS disse...

A complexa simplicidade de um "ser" só não é mais complexa do que a singularidade de suas pluralidades de uma única face múltipla...

PARABÉNS MI LORD

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